DICAS DE VIAGEM

O que trazer das viagens

23 Maio, 2013

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Algumas amigas fazem-me pedidos de algo muito específico, quando sabem que viajo para locais mais longíquos. Mas o mercado já está tão global, que acho que entrar numa loja de cadeia internacional vai sempre parecer igual em qualquer cidade do mundo. Já lá vai a altura em que atravessávamos a fronteira para ir comprar caramelos a Espanha. Actualmente deve haver pouca coisa que não se consiga encontrar em Portugal. E se não se encontrar em loja física, a internet dá uma ajuda.

Normalmente também viajo com pouca bagagem, se vou para a Europa tento sempre levar apenas uma mala de mão, para que o tempo no aeroporto à chegada seja mais reduzido. Claro, que agora posso fazer isso mais facilmente, pois os meus filhos já não têm toda aquela logística das fraldas e papas.

O que significa que também não tenho muito espaço para ‘souvenirs’. No entanto tento sempre trazer algum artesanato, marca ou objecto muito caractetístico da região em visita. Às vezes um esquecimento qualquer em casa ou uma emergência que é preciso resolver de imediato, também servem para adquirir produtos no país onde estamos. Tento não comprar nas lojas de recordações e procurar sempre um supermercado ou loja normal onde os preços e a autenticidade serão em principio melhores. Nas regiões menos desenvolvidas, um mercado de rua pode servir para descobrir pequenos tesouros e ainda para contribuir para a economia local. Muitas vezes até umas simples bolachas ou bebida muito usados em determinado país e comprados num banal supermercado terão um sabor especial quando saboreados já em casa.

Agora, há uma coisa pela qual estou a começar a perder-me. São os livros infantis na língua nativa, comprados em qualquer normal livraria. Uns mais outros menos fiéis à história que conhecemos, serão sempre uma boa recordação da cultura por onde passámos. As minhas últimas aquisições foram dois Capuchinhos Vermelhos: Um Chapeuzinho Vermelho do Brasil e Una Caperucita Roja de Espanha.

Mas também não convém esquecer que a melhor recordação de sempre são as sensações e as experiências que tivémos o privilégio de usufruir durante a viagem. Essas não perdemos nem nos roubam.

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